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Saoirse fala com a Vanity Fair sobre se reunir com a cineasta de “Lady Bird”, e a alegria de interpretar “uma  verdadeira lutadora” como Mary.

Este tem sido um dos anos mais atribulados para Saoirse Ronan. A sua performance como uma inquieta adolescente americana no filme “Lady Bird”, rendeu-lhe a sua terceira indicação ao Oscar – sendo que as duas primeiras foram por “Desejo e Reparação” em 2007, e “Brooklyn” em 2015. Ao mesmo tempo que Ronan estava sendo puxada em variadas direções durante o circuito de premiações, ela também se preparava para interpretar Mary Queen of Scots no exuberante biópico de Josie Rourke. Ler sobre Mary nesses meses frenéticos foi inspirador e esclarecedor; Ronan chamou a monarca de “uma lutadora que tinha um pouco de fogo na sua barriga”, em entrevista recente. Submergir tão profundamente em uma personagem que integralmente agenciava todas as suas decisões, boas ou ruins -afinal, esta foi uma mulher que liderou seus homens para batalha em cima de um cavalo – foi ainda mais inspirador.

Talvez isso soe piegas“, disse Ronan. “Mas por ela estar tão determinada em projetar suas decisões, não importando quem se chateasse, foi de grande importância para mim, já que eu sou uma pessoa que tenta agradar os outros naturalmente. Quando eu estava interpretando Mary, Lady Bird ia muito bem.” (Presumidamente, ela estava aludindo as 5 indicações ao Oscar da película, incluindo melhor filme) “Eu estava sendo jogada em um mundo que eu ainda não tinha sido exposta de tal forma e nível. Com isso vieram grandes decisões, e não ser capaz de manter todos felizes o tempo todo. Isso é uma coisa que realmente me incomodaria antes, mas interpretar Mary me ajudou a apenas pensar, que eu tenho que fazer o que é certo para mim, e para o meu trabalho, e que eu nunca vou conseguir deixar todos felizes.”

Com “Mary Queen of Scots“, Ronan foi capaz de ajudar a reescrever a história, ao retratar uma rainha feroz e sem medo – em oposição a mulher fatal manipuladora, retratada pelos seus inimigos. “Ler efetivamente sobre quem ela foi como política e o quão bem ela se deu por tanto tempo, antes de ser tão derrotada pelos seus conselheiros de maior confiança… foi surpreendente para mim”, disse Ronan. ” Eu me surpreendi ao aprender que, na verdade, ela foi uma ótima governante e politicamente muito astuta e bastante inteligente.”

A tragédia do filme é que a única pessoa que poderia ter entendido Mary – Rainha Elizabeth I, interpretada por Margot Robbie – foi mantida longe dela, por um estábulo de assessores homens. (É como o biógrafo John Guy contou para Vanity Fair, ” Eu sempre soube que essas duas mulheres, nos seus corações, poderiam ter feito o certo uma pela outra. Mas eventos, cortesões, e conselheiros entraram no caminho.”).Essa escala desproporcional masculina-feminina , era uma coisa que Ronan havia se tornado meio que acostumada em Hollywood.

Por causa dos roteiros que estavam sendo financiados e desenvolvidos, eles geralmente não tinham mais do que uma personagem feminina na época, e quando tinham, elas eram mantidas separadas,” disse Ronan, que, aos 24 anos, tem atuado por mais de 15 anos. “É difícil se tornar próxima de alguém quando você não trabalha com eles. Enquanto agora, eu tenho notado – desde “Lady Bird” e “Brooklyn” – graças a Deus eu comecei a fazer filmes que envolvem um grupo de mulheres em uma cena, e mais de uma…[Antes], as pessoas que eu sempre fui mais próxima haviam sido as garotas do cabelo, maquiagem e figurino, porque é um espaço tão seguro para se estar.”

Quando questionada sobre a sua recente reunião com a diretora de “Lady Bird”, Greta Gerwig, Ronan foi efusiva: ” Eu tinha acabado “Little Women“, e haviam mulheres em todo lugar, e é maravilhoso.” Evidência fotográfica dessa fácil camaradagem já surgiu na internet – primeiro, um still do filme que mostra Ronan como a moleca Jo, Emma Watson como a sábia Meg, Florence Pugh como a narcisista Amy, e Eliza Scanlen como a preciosa Beth. Mais cedo, nesse mês, Watson também compartilhou uma foto polaroide do acolhedor elenco – somado a isso, Gerwig e seu coadjuvante, Thimothée Chalamet, foram vistos perambulando pelo cenário de Boston.

Apesar de membros adicionais do elenco term sido revelados – Meryl Streep ( que interpreta a tia March), Laura Dern (Marmee March), e Chris Cooper – maiores detalhes da reimaginação de Gerwig foram mantidos sob grande sigilo. Entretanto, Ronan nos ofereceu uma pista.

Louisa e a sua verdadeira história de vida tiveram uma influência massiva na nossa adaptação”, revelou a atriz, explicando que Alcorr usou Jo como a sua finamente velada representante. “[Louisa] tinha essa louca, louca vida, e ela e sua mãe eram incrivelmente próximas, e ela realmente, realmente amava suas irmãs – uma delas era artista e a outra morreu. O seu pai foi esse homem muito peculiar, que malmente estava por perto.”

Ao escrever “Little Women”, Alcott foi capaz de “tornar seu pai um heroi e enviar ele para guerra”, explicou Ronan. “Se você leu sobre Louisa e depois leu Little Women, é realmente interessante e meio triste ver como ela fixou o que tinha em vida. Ela amarrou isso com um laço, e deu a ela mesma e sua família o que eles sempre quiseram….Nós também filmamos em Massachussets, onde Louisa cresceu, então nós estávamos cercados por ela em qualquer lugar que íamos.” Para se preparar para o papel, Ronan disse que leu sobre Alcott e usou esses detalhes biográficos como se fossem de sua personagem. “Tem sido ótimo me abastecer com qualquer informação que eu precise para fazer [a minha personagem] tão rica quanto eu conseguir, porque “Little Women” é essencialmente uma versão regrada do que seria a vida dela” ela disse.

Quanto a colaborar com Gerwig mais uma vez, Ronan nos lembrou que “Little Woman”, que estreia nos cinemas no próximo natal, “é um cometimento muito maior que Lady Bird. Tem sido realmente excitante ver ela lidar com isso tão bem quanto ela fez em Lady Bird, mas com similar controle sobre a história e as performances.”

FonteTradução e Adaptação – Equipe Saoirse Ronan Brasil

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